Escolher a profissão e carreira que se quer seguir por toda a vida realmente não é fácil para quem está com 17 ou 18 anos. Além do mais, as “influências” acabam atrapalhando mais do que ajudam. Tem sempre um pai, tia ou amigo do pai dando palpite sobre a “profissão do momento”, qual aquela que proporciona os melhores salários, qual é a mais fácil de passar no vestibular, etc.
Antes de mais nada o candidato deve se conhecer bem para decidir (e decidir mesmo) se gosta ou não gosta de determinada profissão. Não é hora de pensar no que o pai diz, o vizinho ou até mesmo em grandes salários. Mais importante do que tudo isso junto é fazer o que gosta. E, vale lembrar, você fará isso por pelo menos mais uns 40 anos....

Chegou a hora de responder aquela famosa pergunta: O que você vai ser quando crescer? Bombeiro, astronauta? - não, agora é a hora da decisão. Ás vezes é mais fácil saber o que não se quer ser do que o que se quer ser. Tudo bem. Já é um bom começo.
A escolha da carreira é o primeiro desafio dos vestibulandos. Este é o momento de os candidatos selecionarem os cursos que têm mais afinidade e buscar informações sobre as carreiras. As habilidades pessoais também devem ser levadas em consideração. O papel dos pais é fundamental nesse processo. Os pais devem estar abertos para conversar com seus filhos a respeito de suas possíveis escolhas, além de mostrarem os pontos vantajosos ou não de cada uma das profissões. Porém, jamais devem escolher pelos próprios filhos.
A taxa de evasão entre os 13.777 alunos matriculados nos 54 cursos de graduação da Unicamp em 2003 foi de 5,04%, o que corresponde a 695 alunos. De acordo com a Diretoria Acadêmica da Universidade, as carreiras que registraram menor percentual de evasão foram: Já os cursos com maior percentual de evasão foram: |
Para ajudar o candidatos a escolher o que mais lhe agrada, surgiram os testes vocacionais. Respondendo a um questionário o candidato consegue identificar, no mínino, as áreas que mais lhe agradam, afunilando ainda mais a decisão.
Três importantes pontos podem ajudar o candidato a escolher a profissão:
1. Descobrir as áreas de que mais gosta, listar suas inclinações pessoais e o que espera para o futuro.
2. Conhecer a fundo as profissões, as habilidades exigidas e o dia-a-dia. Conversar com quem trabalha na área também pode ajudar.
3. Considerar o futuro de cada carreira. Isso nem sempre é fácil. Nada de descartar aquela carreira que está saturada e optar pela que está na moda. O mercado é dinâmico e, em cinco anos, a realidade pode ser outra.
O bom mesmo é saber que, nada é para sempre. Ou seja, não gostou, não é isso que você esperava, não está se identificando com o curso, pule fora. Nenhuma escolha é definitiva. Além da possibilidade de mudar, existe a de exercer atividades diferentes depois da graduação.