Se você deseja reduzir sua contribuição aos engarrafamentos, a primeira coisa que deve fazer é cuidar de seu carro. Garantir que seu carro tenha manutenção adequada pode ajudar a evitar quebras na estrada. A manutenção inclui trocas de óleo regulares, ajustes e cuidado com os pneus. Certifique-se de que seus pneus são mantidos com a pressão correta: é mais seguro e pode aumentar a quilometragem da gasolina em até 3,3% [fonte: fueleconomy.org]. Manter seu carro em boas condições de funcionamento poupará tempo e dinheiro e pode ajudar a conservá-lo longe de situações perigosas.
Além disso, você pode escolher usar transporte público, e mesmo bicicleta, ao invés do carro. Há movimentos de incentivo e conscientização do costume como o Dia Mundial Sem Carro ou a Bicicletada.
Em cidades como São Paulo, outra opção é ouvir as emissoras de rádio e sites como da Companhia de Engenharia de Tráfego que dão dicas das áreas mais problemáticas naquele momento,
![]() No modelo de área virtual de tráfego, os carros ocupam um espaço ao redor deles no qual outros carros não devem entrar. Mantendo a distância entre os outros carros, os motoristas experimentam fluxo de tráfego mais suave e com menos áreas congestionadas. |
Na estrada, tente manter uma distância segura e constante entre você e o motorista a sua frente. Acelerar abruptamente, só para diminuir novamente, faz que o motorista atrás de você faça a mesma coisa, o que eventualmente resulta em uma onda de congestionamento.
Em um artigo intitulado "Visão de congestionamento - tráfego livre nas estradas e objetos cooperativos," Ricardo Morla propõe pensarmos nos carros ocupando áreas virtuais. Cada área virtual ocupa um espaço real que viaja a uma velocidade específica e contínua pela estrada. À medida que os carros se aproximam uns dos outros, os motoristas devem ajustar a velocidade de seus carros para que as áreas virtuais não se sobreponham. Morla admite que esse sistema falha sempre que mais carros entram na estrada além do que as áreas virtuais podem acomodar. Além disso, ao manter uma distância segura entre você e outros veículos, você pode ajudar a minimizar o congestionamento [fonte: Morla].
Dirigir em períodos fora do horário de pico das horas de rush é outra boa maneira de evitar contribuir para o problema de congestionamento. Se você tem flexibilidade de agenda, pode viajar fora dos horários de pico. Os defensores do sistema de preços de congestionamento dizem que as taxas de arrecadação sobre os motoristas durante os horários de pico encorajariam as pessoas a dirigir fora desses períodos. Críticos apontam que isso chega perto do imposto regressivo, o que significa que os pobres pagam a maior parte do custo. Eles dizem que as pessoas com agendas flexíveis tendem a ser profissionais que trabalham como executivos; já as pessoas que trabalham em posições inferiores tendem a ter horários rígidos e não podem evitar o tráfego. As pessoas menos capazes de pagar a taxa seriam as que bancariam a conta [fonte: Arnott].
O transporte solidário, a velha e boa carona, é uma ótima opção se você mora perto de pessoas que trabalham perto de seu serviço. O transporte solidário cria menos estresse no ambiente, o que leva a menos poluição. Muitas pessoas relutam em abrir mão da liberdade que sentem ao dirigir seus próprios carros. O transporte solidário significa alinhar sua agenda com a de outras pessoas e programar quaisquer itinerários ou desvios após retornar para casa.
![]() Foto David McNew, Getty Images O pesado tráfego de Los Angeles contribui muito para sua famosa poluição do ar. |
Na próxima seção, descubra que cidades têm os piores tráfegos.