Até pouco tempo atrás, pesquisadores diziam que a aplicação do rodízio de veículos em metrópoles de países em desenvolvimento era pouco efetiva. Seus habitantes prefeririam comprar um "segundo carro", com final da placa diferente, ao enfrentar o rodízio.
Em 10 anos de aplicação de rodízio na capital paulista, é verdade, a frota de veículos cresceu mais de 23% (cerca de 1,1 milhão de unidades), quase o triplo da taxa de crescimento populacional, de 8% para o mesmo período.
No entanto, uma pesquisa realizada pelo Ibope em outubro de 2007 mostrou que 41% dos paulistanos maiores de 16 anos apóiam a adoção do rodízio de dois dias, e que 70% das pessoas que usam o carro diariamente optariam por utilizar transportes alternativos, desde que os mesmos fossem de qualidade.