No Brasil, apenas a cidade de São Paulo tem instituído o rodízio de veículos. Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, contudo, estudam a adoção da medida.
Nas capitais do Chile e do México, cidades que enfrentam sérios problemas pelo excesso de automóveis nas ruas, o rodízio já é realizado há anos. Em Santiago do Chile, por exemplo, cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) local é gasto no tratamento de doenças causadas pela má qualidade do ar.Vale lembrar que 95% da poluição atmosférica saem dos escapamentos de carros, ônibus, caminhões e motos, conforme revelou estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP). Com relação a emissão de partículas, o percentual de “culpa” dos automotores é de 60%.
Na capital mexicana, que é reconhecida pelo Banco Mundial (BID) como uma das cidades mais poluídas do mundo, e enfrenta uma condição caótica de trânsito, o mecanismo é extremamente restritivo. Nos horários de pico, a velocidade média do trânsito não chega a 10 km/h (em São Paulo, por exemplo, a velocidade média nestes horários é 17,7 km/h).
Veja algumas medidas que lá foram tomadas: