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O rodízio de automóveis consiste na proibição do tráfego de veículos em ruas e avenidas das cidades durante determinados dias e horários, no esquema de revezamento. Seu intuito é melhorar o trânsito e a qualidade do ar locais.
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A restrição, contudo, não tem sido eficaz na redução de poluentes na atmosfera paulistana, cuja taxa aumenta 5% ao ano devido aumento da frota de veículos.
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O ciclo total dura cinco dias, exatamente os dias úteis da semana. Aos finais de semanas e feriados, não há rodízio. E o motorista que não cumprir a regra leva uma multa de R$ 85,12 e, de quebra, quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Mas nem sempre o rodízio foi assim. De 1996 a 1998, o rodízio era maior, abrangendo toda a região metropolitana de São Paulo. A circulação era proibida das 7h às 20h, de acordo com os finais das placas dos automóveis. Em 1999, a medida foi suspensa, sendo permitida sua aplicação somente em situações emergenciais. O rodízio, nos moldes atuais, foi implantando pela Lei nº 12.490, em 3 de Outubro de 1997.
Mas será que o rodízio não é realizado em outros países? Será que é uma medida efetiva para solucionar os problemas de trânsito e de poluição atmosférica? Veja na próxima página.