Diana, a Princesa de Gales, morreu em 31 de agosto de 1997, após um acidente de carro em Paris. Fotógrafos agressivos perseguiram o veículo no qual ela estava para conseguir imagens dela com Dodi Al Fayed, que também morreu na colisão.
![]() Foto cedida por Associated Press Princesa Diana e Príncipe Charles na escadaria da Catedral de St. Paul após sua cerimônia de casamento, em 29 de julho de 1981 |
Os tablóides logo trocaram a cobertura do casamento de conto de fadas pela publicação dos rumores de que Diana era infeliz em seu novo casamento. Ela deu à luz ao filho mais velho do casal, William, em 1982, e a um segundo filho, Harry, em 1984. À medida que o relacionamento de Diana e Charles continuava a declinar, ela se voltava aos trabalhos de caridade. Em 1987, ela inaugurou o primeiro departamento especializado em Aids do Reino Unido e ajudou a dissipar mitos sobre a doença dando a mão e abraçando pessoas infectadas pelo HIV.
Em 1992, o Primeiro Ministro John Major anunciou ao Parlamento que Diana e Charles estavam se separando oficialmente. Após se retirar brevemente da vida pública, Diana começou a cortejar a imprensa e usar a mídia para expressar suas lutas contra a bulimia, depressão pós-parto e o longo caso amoroso de seu marido com Camilla Parker Bowles. Várias histórias de infidelidade da Princesa apareceram, mais notadamente com o oficial da cavalaria britânica, James Hewitt. A Rainha incentivou o casal separado a se divorciar, e eles fizeram isso em 1996. Diana manteve seu título de Princesa de Gales, mas deixou de ser chamada de Sua Alteza Real.
![]() Foto cedida por Associated Press Princesa Diana visita o Hospício St. Joseph, localizado no distrito de Hackney, em Londres, em 1985 |
Diana continuou a chamar a atenção para o seu trabalho humanitário, ajudando pessoas infectadas pelo vírus HIV na África e pedindo a proibição internacional das minas terrestres. No verão do ano de sua morte, Diana iniciou um novo relacionamento amoroso com Al Fayed, o filho do dono da Harrods. Os paparazzi seguiram Diana durante sua férias com Al Fayed no Mediterrâneo e a perseguiram após um jantar em Paris. No início da madrugada do dia 31 de agosto, o Mercedes de Diana bateu em um pilar do túnel sob a Place de l'Alma. Ela morreu após duas horas de cirurgia. O motorista, Henri Paul, que também morreu no acidente, tinha três vezes mais álcool em seu sangue do que o permitido pelo limite legal na França e estava dirigindo acima de 161 quilômetros para escapar de fotógrafos que estavam em motocicletas. Um guarda-costas, Trevor Rees-Jones, sobreviveu ao acidente.
O povo britânico expressou um nível de pesar sem precedentes com a morte de Diana. Aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo todo assistiram ao seu funeral, em 6 de setembro de 1997. O furor sobre o envolvimento dos paparazzi no acidente resultou em códigos de mídia britânicos mais rígidos em dezembro de 1997.