O Observatório de aplicativos astronômicos da marinha norte-americana (em inglês) diz que a Páscoa é determinada pela "lua eclesiástica", como definido pelas tabelas usadas permanentemente para calcular a fase da lua. A lua cheia não coincide necessariamente com a lua cheia astronômica, o que significa, segundo os pesquisadores da marinha, que a Páscoa não é necessariamente no domingo seguinte ao da lua cheia. Poderia ser no domingo seguinte ao da lua eclesiática. Isso aconteceu em 1876.
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Durante os tempos do Novo Testamento, a igreja cristã celebrou a Páscoa ao mesmo tempo que os judeus celebravam o Pessach. O primeiro dos oito dias do Pessach é o Nissan, 15 no calendário judeu. A Páscoa dos judeus lembra a luta e libertação dos israelitas da escravidão no Egito. Na metade do segundo século, a Páscoa foi celebrada no domingo depois da Páscoa dos judeus. O Conselho de Nicéia decidiu, em 325 d.C., que todas as igrejas deveriam celebrar juntas em um domingo.
A igreja ortodoxa ocidental celebra a Páscoa um mês mais tarde, já que seu cálculo é baseado no calendário juliano, que tem, atualmente, 13 dias de atraso em relação ao calendário gregoriano. Em 1865 e 1963, as cerimônias de Páscoa das igrejas oriental e ocidental coincidiram.
Em alguns países, a Sexta-feira da Paixão (caso do Brasil) e a segunda-feira depois da Páscoa são feriados nacionais.