Tornando-se um negociador de reféns

O caminho para se tornar um negociador profissional pode ser tortuoso. Há treinamentos e certificações, mas um aspecto importante de lidar com uma crise é a experiência. Alguém recém-formado pode fazer todos os cursos de negociação oferecidos e ainda assim não conseguir um emprego como negociador. A base da carreira do negociador são vários anos trabalhando como oficial da lei (com o departamento de polícia, FBI ou outro grupo da lei) ou como militar e lidando com situações de crise regularmente. "Você afia suas habilidades como um oficial, porque você fala com as pessoas o tempo todo. Muitas pessoas com quem você conversa, mesmo não estando em uma "crise oficial", estão em alguma situação de crise", disse o tenente Schmidt. "Você aprende muito apenas da atividade de ouvir e interagir com as pessoas".


Foto cedida FBI.gov
Desempenhando um papel - nesse caso, atuar em uma situação de refém tem se tornado um marco da seleção de recrutamento da polícia

A educação e o treinamento são importantes também, e há muitos cursos sendo oferecidos para ajudar os oficiais de polícia, agentes do FBI, militares e outros a aprenderem como negociar em uma situação de refém. A Agência Pública do Conselho de Treinamento (PATC), uma empresa privada que oferece cursos de treinamento para agências da lei, tem cursos sobre como lidar com pessoas emocionalmente instáveis, táticas específicas para usar em negociações e cursos completos de negociador. A Associação Internacional de Negociadores de Reféns também administra seminários e cursos.

Um treinamento de negociador de refém nunca é completo. O FBI e outras agências oferecem recorrentes seminários de treinamento. Os negociadores de crise do Departamento de Polícia de Cheektowaga se uniram a equipes de outras agências da lei em suas regiões para formar uma associação que se encontra várias vezes por ano para oferecer críticas, sugestões e apoio.

Para explorar um exemplo de processo de treinamento para um negociador de refém e descobrir que tipo de fatores avaliam os candidatos a negociadores, veja o Guia de Estudo de Negociação de Refém de 2003 (em inglês), desenvolvido em conjunto pela Associação Internacional dos Chefes de Polícia e pelo Centro de Treinamento da Força da Lei Federal.

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