O fascismo estava no auge entre 1918 e 1945, do fim da Primeira Guerra Mundial (em inglês) ao fim da Segunda (em inglês). A revolta geral na Europa (em inglês) durante esse período a deixou receptiva à ideologia fascista, mas havia diferenças na implementação da ideologia. Por exemplo, na Itália (em inglês), a base da Igreja Católica, a rejeição completa da religião seria insensata. Mussolini criava vínculos com a Igreja Católica quando isso era de grande benefício para o Estado, e a Igreja Católica às vezes era acusada de fazer parte do governo fascista. Hitler ocasionalmente se proclamava um protetor da Igreja. Ainda assim, ele destruía abertamente membros de minorias religiosas, principalmente judeus, mas também testemunhas de Jeová e outros grupos menores.

Outra diferença entre os dois regimes fascistas mais poderosos da história era a força motriz principal por trás das respectivas buscas militares. Mussolini se focava na conquista basicamente para mostrar a força do Estado, ao passo que Hitler transformou a conquista em uma questão racial. Hitler se esforçou para unir toda a raça ariana, uma suposta raça superior descendente dos europeus do Norte. Esse era o objetivo por trás da invasão de países vizinhos, como a Áustria. Hitler acreditava que os austríacos faziam parte da raça ariana e, por isso, deveriam fazer parte do Estado germânico. Com a raça ariana unida sob o seu comando, eles poderiam conquistar o mundo.
No fim, Hitler falhou. Quando os países do Eixo, inclusive Alemanha e Itália, perderam a Segunda Guerra Mundial, os seus regimes fascistas foram considerados nocivos. O fascismo se tornou malvisto, intrinsecamente ligado ao genocídio e à guerra mundial. Depois da Segunda Guerra Mundial, com as melhorias econômicas ao redor do mundo, uma sensação de ter derrotado "os vilões" e o controle rígido dos aliados sobre os países derrotados, o caos em que o fascismo se apoiava era quase inexistente. O fascismo em sua forma original nunca mais conseguiu uma posição segura o suficiente em nenhum país para assumir o controle do governo.
A Guarda de Ferro na Romênia foi o único movimento fascista verdadeiro fora da Itália e da Alemanha a conseguir o poder na década de 30. Com o apoio da Alemanha Nazista, ela quase conquistou o controle da Romênia em 1941. Porém, quando o caos começou a aparecer em resposta aos atos de violência do grupo, Hitler decidiu que a Guarda de Ferro tinha que acabar. Ele disse ao general romeno Antonescu para prosseguir e exterminar o movimento. |
Mas o fascismo está completamente morto? Quais ideais fascistas existem atualmente como movimentos alternativos? Leia a seguir para descobrir sobre o neofascismo.