O antigo ditado tirado do Livro de Orações Comuns - "do pó viestes, ao pó voltarás", às vezes recitado em funerais, descreve o ciclo de vida e como os humanos passam do nascimento para a morte, do crescimento para a decomposição. Os cientistas forenses e os investigadores criminalistas, no entanto, deveriam ter uma versão própria da frase, algo como: "do pó vieste, aos insetos irá".
![]() ©iStockphoto.com/Nancy Catherine Walker Uma policial reúne provas na cena do crime. O que insetos repugnantes e nojentos têm a ver com as investigações? |
Quando um investigador tenta solucionar um caso misterioso envolvendo morte repentina e inesperada, ele precisa analisar as pistas para entender os eventos. Ele precisa responder a várias perguntas: O que aconteceu aqui? Quem cometeu este crime? Por quê? Quais métodos, armas ou ferramentas foram usados? Quando isso aconteceu? Usando várias áreas da ciência, incluindo biologia, química, física, antropologia e matemática, especialistas treinados podem analisar os fragmentos de provas deixados em um crime e, com cuidado e precisão, construir uma história legítima. Eles podem usar tudo o que foi deixado na cena do crime, incluindo vidro quebrado, sujeira, fluídos do corpo e qualquer outro elemento que deixe vestígios.
De fato, quando pensamos na cena de um crime, geralmente visualizamos fita amarela da polícia, linhas de giz branco, vidros quebrados e manchas de sangue. No entanto, um organismo vivo geralmente aparece depois que um crime é cometido, sobre ou ao redor do corpo das vítimas- os insetos.
O que os insetos podem nos dizer sobre uma morte? O quanto eles revelam sobre um crime? Para saber como os insetos nos ajudam a desvendar um crime enquanto procuram um lanche saboroso, leia a página a seguir.