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Kevin Bonsor - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Administrando as injeções
A não ser que uma ligação de um funcionário do estado seja recebida para interromper a execução, esta continua conforme foi planejada. Existe uma máquina para fazer a injeção letal, que já foi usada por muitos estados, mas a maioria deles, hoje, opta por fazer a injeção manualmente por medo de uma falha mecânica. Normalmente a equipe de execução é formada por funcionários da prisão. Alguns estados usam a mesma equipe em todas as execuções, enquanto outros fazem um rodízio entre os vários funcionários.
 Câmara de execução na Prisão Central da Carolina do Norte
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A equipe de execução pode estar em uma sala separada ou atrás de uma cortina e não pode ser vista pelas testemunhas ou pelo condenado. Em alguns casos, os carrascos podem usar um capuz para esconder sua identidade. Ao sinal do diretor da prisão, a equipe de execução começa a injetar doses letais de duas ou três drogas nos tubos IV. Alguns estados usam vários carrascos, todos injetam drogas no tubo IV - mas somente um dos carrascos está na verdade aplicando a injeção letal. Nenhum dos carrascos sabe quem injetou a dose letal e quem injetou as drogas em uma bolsa falsa.
As drogas são administradas, nesta ordem:
- Anestésico-sódio-tiopental - e faz o preso dormir profundamente. Esta droga é um barbitúrico que induz anestesia geral quando administrado via intravenosa. Pode atingir níveis de concentração clínica efetiva no cérebro dentro de 30 segundos, de acordo com um relatório da Anistia Internacional. Para operações cirúrgicas, os pacientes recebem uma dose de 100 a 150 miligramas por um período de 10 a 15 segundos. Para execuções, até 5 gramas (5.000 mg) de Pentotal podem ser administradas. Esta já é uma dose letal. Alguns acreditam que após a administração deste anestésico, o preso não sente mais nada.
- Solução salina- enxagua a linha intravenosa.
- Agente paralisante - brometo de pancurônio - é um relaxante muscular que é dado em uma dose letal para interromper a respiração por paralisia do diafragma e pulmões. Convencionalmente, esta droga faz efeito de um a três minutos após a aplicação. Em muitos estados, esta droga é dada em doses de até 100 miligramas, uma dose muito mais alta do que em operações cirúrgicas - normalmente 40 a 100 microgramas por quilograma de peso corpóreo. Outras substâncias químicas que podem ser usadas como agentes paralizantes incluem cloreto de tubocuranina e cloreto de succilcolina.
- Solução salina- enxagua a linha intravenosa.
- Agente tóxico (não usado em todos os estados) - cloreto de potássio é dado em uma dose letal para interromper os sinais elétricos para as funções essenciais do coração. Isto induz um ataque cardíaco.
De um a dois minutos após a administração da última droga, um médico ou técnico médico declara o óbito do prisioneiro. O tempo entre a saída do preso condenado da cela de contenção e a declaração de sua morte pode ser de apenas 30 minutos. A morte ocorre de cinco a 18 minutos após a ordem de execução ser dada. Após a execução, o corpo é colocado em uma bolsa para cadáveres e levada para o legista, que deve fazer uma autópsia. O corpo é então reivindicado pela família do preso ou sepultada pelo estado.