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Suriname

­Histórico

Durante o século 16, o Suriname foi explorado pelos espanhóis e um século depois, ocupado  pelos ingleses. Somente em 1667, a região foi colonizada pelos holandeses, que receberam o território em troca da cidade de Nova Amsterdã. No ano de 1863, com a abolição da escravatura, a mão-de-obra passou a ser de trabalhadores vindos da Índia, Indonésia e China. Em 1975, o Suriname conquistou sua independência da Holanda. Cinco anos mais tarde, o governo civil foi surpreendido por um golpe militar que derrubou o primeiro ministro Henck Arron e declarou o país uma república socialista. Porém, em 1987, a pressão internacional levou à realização de eleições e ao restabelecimento da democracia. Regime que durou até 1990, quando o exército retomou o poder, liderado por Johan Kraag. Entretanto, a coalizão Nova Frente (NF), um governo com quatro partidos, eleito democraticamente, subiu ao poder e passou a governar o país a partir de 1991.

Suriname

Bandeira do Suriname

Capital: Paramaribo

Língua oficial: holandês

Nome oficial: República do Suriname

Descrição da bandeira:
cinco listras horizontais nas cores verde, branca e vermelha; no centro da listra vermelha há uma estrela amarela de cinco pontas

Maior cidade: Paramaribo

Área: 163.270 km²

Coordenadas: 4 N, 56 W

Fronteiras: com o Oceano Atlântico Norte, Brasil, Guiana Francesa e Guiana

Dados populacionais
  • População: 475.996 (2008).

  • Taxa de natalidade: 17,02 nascimentos por mil habitantes (2008).

  • Taxa de mortalidade: 5,51 mortes por mil habitantes (2008).

  • Grupos étnicos: hindustani (indianos orientais) (37%), crioulo (31%),  javanês (15%), africano (10%), ameríndio (2%), chinês (2%), caucasiano (1%), outros (2%).

  • Principais grupos religiosos: hindu (27,4%), protestante (25,2%), católico romano (22,8%), muçulmano (19,6%), crenças indígenas (5%).

  • Línguas: holandês, inglês, taki-taki, javanês.

  • Alfabetização: 89,6% (2004).

  • IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,774. Posição no ranking: 85º de 177 países.

Economia

A indústria de mineração domina a economia do Suriname, sendo que o
óleo, o ouro e o óxido de alumínio contribuem com cerca de 85%
das exportações e 25% da receita do país.
  • Indústrias: mineração de bauxita e ouro, produção de óxido de alumínio, óleo, comércio de madeira, processamento de alimentos, pesca.

  • Índice de desemprego: 9,5% (2004).

  • População abaixo da linha da pobreza: 70% (2002).

  • Exportação: óleo, óxido de alumínio, ouro, petróleo bruto, madeira, camarão e peixe, arroz, banana.

  • Importação: bens de capital, petróleo, produtos alimentícios, algodão, bens de consumo.

Governo
  • Tipo: república presidencialista.

  • Sistema legal: baseado no sistema judicial holandês que incorpora a teoria penal francesa; aceita jurisdição compulsória da Corte Internacional de Justiça (ICJ), com restrições.

  • Feriado nacional: Dia da Independência (25 de novembro de 1975).

  • Constituição: ratificada em 30 de setembro de 1987; em vigor desde 30 de outubro de 1987.

Geografia e turismo

  • Localização: norte da América do Sul, fazendo fronteira com o Oceano Atlântico Norte, entre Guiana Francesa e Guiana.

  • Clima: tropical; moderado pelos ventos alísios.

  • Atrações principais: Paramaribo, Nova Amsterdã, Jodensavanne.

  • Vacinas: hepatite A, hepatite B, febre tifóide, raiva.

  • Distância do Brasil (a partir de Brasília): 2.535.34 km.

  • Moeda: dólar do Suriname.

Mapa do Suriname
©HowStuffWorks


Meio ambiente

  • Porcentagem de área terrestre coberta por florestas: 94,7% (2005).

  • Emissão de dióxido de carbono (CO2) em milhares de toneladas métricas: 2.284 (2004).

  • Proporção total da população que utiliza água tratada: 92% (2006).

  • Proporção total da população que utiliza serviços de saneamento: 82% (2006).

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Fontes

Em português

  • Almanaque Abril 2007

Em inglês