Uma pesquisa feita em 2004 revelou que as taxas de crença estão aumentando novamente, com 29% dos norte-americanos expressando a crença na astrologia. Mulheres e jovens tinham mais probabilidade de acreditar. |
No entanto, uma leitura completa e profissional pode ser extremamente detalhada, recheada de informações sobre as interações dos diversos elementos astrológicos e como elas afetam o sujeito. Mesmo que você não acredite que as estrelas exerçam qualquer influência sobre a vida das pessoas, ainda pode ser benéfico (ou pelo menos interessante) ler um perfil psicológico e considerar como ele se relaciona com sua própria vida. A maneira como você lida com a autoridade, o que você procura em um relacionamento, como você se relaciona com seus pais e sua reação típica quando seu chefe pergunta sobre seu trabalho atrasado são coisas que você poderia não examinar profundamente e, se as examinar, freqüentemente não será em relação a tudo o mais que acontece em sua vida. Uma boa leitura astrológica pode colocar essas coisas em conjunto e forçar o sujeito a examinar a si mesmo sob uma nova luz, possivelmente tirando conclusões importantes ou fazendo mudanças para melhor.
A seguir, vamos descobrir de onde veio a astrologia.
A astróloga Joan Quigley elaborou mapas astrais que detalhavam até o minuto mais propício para Reagan fazer discursos ou se reunir com autoridades estrangeiras. Ela deu essas informações a Nancy por telefone e elas foram repassadas ao chefe de pessoal de Regan. Reagan chegou a usar um calendário codificado com cores para que pudesse acompanhar quais os melhores dias para agendar eventos importantes. E assim, o homem mais poderoso do mundo ocidental tinha sua agenda controlada pelas estrelas ... ou por uma astróloga que cobrava US$ 3 mil todos os meses pelo serviço. |