Na verdade, não existe processo oficial de certificação nem órgão regulador para hipnotizadores. Um curso de dois dias sobre hipnose já é o suficiente para dizer que você é um hipnotizador autorizado. Alguns programas de certificação submetem seus alunos a regras bem rígidas, mas muitos deles não fazem isso. No entanto, os médicos e os psiquiatras que são membros de organizações profissionais são bem regulamentados. A APA (Associação Americana de Psiquiatria - site em inglês) e a AMA (Associação Americana de Medicina - site em inglês) possuem regras bem rígidas para práticas profissionais de hipnoterapia. |
O exemplo mais comum desta modificação comportamental hipnótica é o tratamento hipnótico de controle de hábito. Neste caso, o hipnotizador foca em um hábito específico que está embutido no inconsciente (fumar ou comer demais, por exemplo). Com o "painel de controle" para a abertura da mente, o hipnotizador pode conseguir reprogramar seu subconsciente para mudar seu comportamento. Alguns hipnotizadores fazem isso relacionando uma resposta negativa ao hábito ruim. Então, o hipnotizador pode sugerir ao subconsciente que fumar vai causar náusea. Se esta associação for programada corretamente, você se sentirá enjoado cada vez que pensar em fumar um cigarro. Por outro lado, o hipnotizador pode construir sua força de vontade, sugerindo a seu subconsciente que você não precisa de cigarros e que você não quer fumar.
Hipnose para controle de hábito é normalmente praticada em grande escala, em seminários de um dia inteiro realizados em hotéis, ou através de fitas cassete ou CDs. Uma vez que o tratamento não é personalizado e é rápido, estes programas nem sempre são eficazes. Mesmo se em curto prazo o tratamento for positivo, há grande chance de ocorrer uma recaída.
Hipnose direta e individual tende a trazer melhores resultados. A seguir, vamos explorar esta forma terapêutica da hipnose.