O único inimigo de Balder, Loki, encontrou um furo no pedido de sua mãe por sua segurança, o visco. O visco cresce em uma árvore na qual fica colado; portanto, não tem raízes próprias e não poderia ser afetado pelo pedido de Frigga. Loki fez um dardo envenenado com visco e enganou o irmão cego de Balder, Hoder, atirando o dardo que matou Balder.
Por três dias, todos os elementos fizeram de tudo para trazer Balder de volta à vida, mas não conseguiram. Finalmente, as lágrimas de Frigga transformaram o visco vermelho em branco, ressuscitando Balder. Desta forma, Frigga mudou a reputação do visco e beijou todos que passaram por baixo dele por gratidão pela vida de seu filho.
O fazedor de milagres
Outro mito a respeito do visco vem da Grã-Bretanha. No século I, os Druidas (membros da ordem religiosa de sacerdotes pertencentes aos povos célticos), na Grã-Bretanha, acreditavam que o visco podia fazer milagres, dando fertilidade a humanos e animais, curando doenças e protegendo pessoas de bruxarias.
Acredita-se também que seja um símbolo sexual, por causa da consistência e cor da seiva de sua frutinha. A tradição de beijar embaixo do visco pode ter vindo da associação que os vikings faziam da planta com Frigga, deusa do amor, ou da crença antiga de que o visco tem relação com a fertilidade.
As normas de etiqueta dizem que o homem deve arrancar uma frutinha do visco ao beijar uma mulher. Quando todas tiverem acabado, chega de beijos embaixo dele. Acredita-se que uma mulher solteira que nunca foi beijada embaixo do visco vai ser uma solteirona pra sempre.
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