![]() Pilares representando os diferentes estados americanos contornam o perímetro do Memorial da 2ª Guerra Mundial em Washington, D.C. Inaugurado em 2004, o memorial reconhece o sacrifício da nação durante a guerra. |
Enquanto isso, as idéias de "vítima" e "criminoso" assumiram uma nova conotação. Houve muita discussão, por exemplo, sobre as "mulheres de conforto", escravas sexuais dos soldados japoneses na época da guerra. Também foram discutidos a importância e o impacto do bombardeio estratégico sobre civis na Alemanha e no Japão.
Outras categorias de vítimas foram encontradas entre a força de trabalho forçado dos impérios alemão e japonês e entre a vasta população dos campos de concentração soviéticos, que operaram em Auschwitz e Dachau. A visão do que é certo e errado, que inicialmente coloriu a visão popular da guerra, tornou-se embaçada.
No ocidente, o mais resistente legado da guerra é a memória do Holocausto. Nenhum outro elemento da guerra atraiu maior atenção. Em Washington, Berlim, Londres e muitas outras cidades, museus dedicados ao Holocausto e à história judaica foram fundados nas últimas duas décadas. Bens roubados ou confiscados de judeus foram rastreados e um esforço renovado de restituição foi posto em ação.
A memória do Holocausto também mantém viva a imagem histórica de Adolf Hitler. Embora a 2ª Guerra Mundial tenha compreendido guerras e causas diferentes, a terrível guerra desencadeada por Hitler contra os judeus é a que permanece como o legado mais grotesco dos anos 40 e como a década mais violenta da era moderna, com um saldo de mortes de mais de 50 milhões de pessoas.
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AUTORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA ESTE ARTIGO: John S. D.
Eisenhower, Daniel K. Inouye, Rochard Overy ph.D., David J. A.
Stone, Wim Coleman, Martin F. Graham, James H. Hallas, Mark Johnston
ph.D., Christy Nadalin M.A., Pat Perrin, Peter Stanley ph.D.