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Em 1905, Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade especial. Ele também provou que os átomos existem e descobriu que a luz se comporta como uma partícula e como uma onda. Acima de tudo, ele desenvolveu no mesmo ano sua famosa equação E = mc2, que descreve a relação entre a matéria e a energia. Ele tinha apenas 26 anos.
Sem dúvida, Einstein era um gênio. Isaac Newton também era. Como todo fã de "Star Trek: a nova geração" pode afirmar, ele inventou a física. Ele também desempenhou uma função importante no desenvolvimento do cálculo, que algumas pessoas têm dificuldade para compreender mesmo após um estudo extensivo em sala de aula. Outro gênio, Wolfgang Amadeus Mozart, começou a compor músicas quando tinha 5 anos. Mozart escreveu centenas de peças antes de morrer, aos 35 anos, em 1791.

Albert Einstein: gênio
De acordo com a sabedoria popular, os gênios são diferentes de todas as outras pessoas. Eles pensam mais rápido e melhor do que outros. Além disso, muitas pessoas acham que toda a capacidade extra do cérebro acarreta um comportamento excêntrico ou espirituoso. Embora seja bastante fácil reconhecer os gênios, definir exatamente o que faz que alguém seja um gênio é um pouco mais complicado. Descobrir como esse alguém se tornou gênio é ainda mais difícil.
Há dois tópicos grandes que dificultam o estudo dos gênios:
Mas o que faz que uma pessoa esteja apta a realizar tudo isso? É um cérebro diferente e mais ágil? É uma inteligência excepcional? É uma aptidão para observar informações que as outras pessoas podem considerar irrelevantes? Vamos começar procurando respostas para essas perguntas no ponto de partida lógico para dar uma olhada em um gênio: o cérebro humano.