Papel legítimo

A nota falsa definitiva usaria o mesmo papel empregado pelo governo. Esse papel, no entanto é quase impossível de ser comprado.

Ainda assim, se for feita uma busca pela Internet através da ferramenta como o Google, por exemplo, será possível encontrar centenas de artigos semelhantes ao do jornal "Philadelphia Inquirer". Esse artigo descreve um grande falsificador Ricky Scott Nelson, que produziu e distribuiu centenas de milhares de dólares em dinheiro falso. Ele encontrou uma grande fonte de papel genuíno. De acordo com o artigo:

"Nelson usou notas de US$ 1 e US$ 5 verdadeiras e fita adesiva, mascarando algumas das imagens genuínas, tais como as do Tesouro e as dos Selos do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), números de série e a inscrição "Esta nota é moeda corrente". As notas mascaradas foram então, colocadas em alvejante químico para remoção das imagens e os números de denominação... Nelson então, criou uma matriz que permitiu que as imagens e os detalhes das notas de US$ 50 e de US$ 100 fossem fotocopiados nas áreas alvejadas da moeda oficial".
A imagem fotocopiada, aparentemente era boa suficiente para passar pela inspeção a olho nu. O uso de papel legítimo aparentemente solucionou o problema da percepção do dinheiro. As notas alvejadas continham, também, números de série reais e únicos.

Porém, isso ainda deixa uma questão - o que ele fez com relação à tinta colorida que muda a intensidade de tom de acordo com a posição? Certamente, ele não passou adiante todos os US$ 800 mil em boates. Ele teria que ter encontrado uma fonte para a tinta especial, além de uma forma de imprimi-la.