![]() A Elvismania fez do Rei do Rock o artista morto que mais fatura |
As pequenas comunidades de Parkes e Collingwood são exemplos do alcance do fenômeno Elvis Presley. O culto ao Rei do Rock reúne fãs, imitadores e artistas consagrados ao redor do mundo em eventos que provam que Elvis, o fenômeno, realmente não morreu. Se alguém é ainda cético em relação a isso, basta consultar os arquivos do Federal Bureau of Investigations (FBI), a polícia federal norte-americana, que apesar de nunca ter investigado o artista mantém mais de 600 páginas sobre Elvis nos seus arquivos, o que inclui bilhetes de congressistas que relatam seus encontros com o Rei do Rock e denúncias de extorsão. Mas o que impressiona são os 22.371 relatos feitos ao FBI sobre aparições de Elvis nos dez anos seguintes a sua morte. Visto o tamanho da admiração pelo ídolo, não seria de se estranhar que muitas dessas aparições fossem na verdade visões de “clones” do Rei a caminho de algum encontro de seus admiradores.
![]() Foto Sílvio Anaz Um dos carrões da coleção particular de Elvis em Graceland |
Esses loucos por Elvis fazem da Elvismania um dos negócios mais lucrativos da cultura pop. O faturamento anual com licenciamento de produtos relacionados ao Rei do Rock somou US$ 49 milhões, em 2007, o que o coloca como o ídolo morto que mais fatura, segundo a revista Forbes. Considerado o artista com a maior vendagem de discos ao redor do mundo, com estimadas 1 bilhão de cópias já vendidas, segundo a Elvis Presley Enterprises, a passagem de Elvis por este planeta alimentou uma indústria de souvenires, eventos e produtos culturais, como filmes, livros e tributos, que vai do bizarro ao messiânico.
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