Por volta de 1800, os políticos, juízes e escritores não tinham cautela em demonstrar em seu desejo de ver o duelo banido. Mark Twain era contra o duelo (Holland, pág. 214) e George Washington e Benjamin Franklin achavam o duelo um desperdício de vidas humanas [ref] (em inglês). Muitos estados faziam leis contra o duelo, mas durante muitos anos os juízes se recusavam a culpar alguém pelo crime.
O ponto final do duelo deveu-se a um complexo conjunto de fatores culturais. Ele sobreviveu durante séculos como algo realizado pelos homens nobres para ajudar a si próprios a se diferenciar das classes mais baixas. Uma vez que o duelo se espalhou por todas as camadas da sociedade, não servia mais para isso. Nesse ponto, a natureza destrutiva do duelo começou a ter um impacto na opinião pública. Além disso, alguns historiadores especulam que as grandes guerras dos séculos XIX e XX expuseram as pessoas a horrores de combate enquanto matavam simultaneamente grande parte da geração jovem. A Guerra Civil nos Estados Unidos e a Primeira Guerra Mundial na Europa marcaram pontos violentos. A partir daí, o duelo começou a diminuir nas respectivas culturas.
Hoje, o duelo ainda existe, mas em formas menos sangüinárias. No sentido mais puro, as competições entre duas pessoas, como o boxe e a luta livre, capturam o espírito do duelo, enquanto a esgrima é um esporte que descende diretamente dos duelos. Quase toda exibição de duas pessoas guiada por regras bem específicas de etiqueta pode ser considerada um duelo moderno e pode ser realizada em qualquer lugar, em uma mesa de pôquer, em uma sala de reunião de diretoria, em uma quadra de tênis ou em vídeogames.
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