Apesar de parecerem simples, os cursos online requerem uma estrutura bastante complexa, que vai desde a parte tecnológica (produção de sistemas específicos) até a adequação da linguagem do ensino presencial para este tipo de modalidade. Um dos maiores problemas dos cursos online é a adequação os conteúdos da sala de aula tradicional para o ambiente virtual.
Nos cursos de graduação superior, o MEC recomenda turmas que variam entre 30 e 40 estudantes. Além disso, é obrigação da instituição oferecer bibliotecas, profissionais qualificados, material impresso de apoio, tutores online e o cumprimento da carga horária.
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Como é feita a avaliação
Nos cursos online, os alunos são avaliados mediante participação no decorrer do processo, como em fóruns e bate-papos, na apresentação de trabalhos e interação nas atividades síncronas e assíncronas desenvolvidas ao longo do período. Dentro deste contexto, o professor avalia o aluno nos campos da pesquisa (temas propostos), comunicação (debates e troca de mensagens) e produção (participação em blogs, fóruns etc). Ou seja, o princípio é o mesmo da avaliação dos cursos presenciais, semipresenciais e a distância: a diferença são os recursos tecnológicos apresentados.
O Ministério da Educação fornece a relação de todas as instituições e cursos autorizados a oferecer formação a distância. Se a instituição for estrangeira, o aluno deve validar o diploma em uma instituição reconhecida pelo ministério que ofereça o mesmo curso no Brasil. Também é importante verificar se o curso é reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação, conhecer a idoneidade e reputação da escola, dos coordenadores e dos professores do curso. Os bons cursos oferecem vasta biblioteca online e sites específicos para atender às necessidades do aluno. |