 Reprodução O punk também é contracultura, inclusive contra a contracultura hippie
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O termo contracultura aplica-se a rigor a todos os movimentos que contestem de maneira articulada e reflexiva a cultura dominante. No entanto, ele tem sido mais associado à contracultura
hippie dos
anos 60. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, por razões econômicas e sociais, emergiu uma cultura jovem que distinguiu-se por questionar os valores hegemônicos. Um dos primeiros movimentos nessa direção foi a
geração beat nos anos 50. Na década de 60, apesar de vários movimentos classificados como "underground", a contracultura que mais ganhou visibilidade foi a proposta pelo movimento hippie que questionou os modelos de educação e de carreira profissional tradicionais, além de pregar o uso de drogas, o pacifismo, a total liberdade, principalmente sexual, e adotar uma postura antitecnológica e anticapitalista. Os símbolos e o lema "paz e amor" tornaram-se sinônimos da contracultura hippie. A contracultura, no entanto, tem se manifestado em vários outros movimentos da cultura jovem, como no
punk que não só contestou os valores dominantes como também aqueles pregados pela contracultura hippie.