Neste artigo
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Introdução sobre Confúcio
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Introdução sobre Confúcio
Ele pode ser considerado um pioneiro no estilo “autoajuda”. Só que seus chavões bem intencionados, anedotas enigmáticas e aforismos exóticos podem tê-lo feito um dos homens mais influentes da história. Confúcio foi um sábio chinês que esperava que seus discípulos tornassem-se bons funcionários públicos. Na China imperial seus ensinamentos vigoraram durante dois mil anos como regras de conduta e como alimento espiritual. E quem saísse da linha terminava, no mínimo, castrado.
O predomínio da filosofia de Confúcio só terminou com a revolução comunista de 1949. Até então ser chinês era ser confucionista. Mas o comunismo não o erradicou completamente. O confucionismo continua a sobreviver no modo de vida na China vermelha, na dissidente Taiwan e nos bairros chineses espalhados pelo mundo. Apesar do confucionismo ser tão conhecido, sabe-se muito pouco a respeito do seu criador.
Isto é Confúcio Não suspeite de fraude e tapeação e ao mesmo tempo nunca deixe de estar alerta contra elas. Isso é necessário para quem deseja chegar ao topo.
Algumas pessoas podem ser persuadidas a fazer coisas que não são capazes de compreender.
É difícil encontrar um homem que queira estudar por três anos sem pensar em um emprego no final.
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Mesmo com toda essa influência, Confúcio teria morrido frustrado, acreditando que não teria sido bem-sucedido em sua missão. Sem querer contrariar um homem tão sábio, podemos afirmar que o confucionismo é uma filosofia essencialmente prática que ainda exerce grande influência sob a forma de um neoconfucionismo. Seus temas principais são a
ética e a
política. Diferente do que ocorreu na filosofia ocidental, o confucionismo pouco especulou sobre o sentido da existência e o significado da vida. Nele, a metafísica praticamente não existe. Conheça na próxima página um pouco da vida e da obra de Confúcio.
 Reprodução
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Este artigo é um resumo do livro “Confúcio em 90 minutos”, de Paul Strathern, da coleção “Filósofos em 90 minutos”, publicado pela Jorge Zahar Editor em 1998.
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