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| Ciúme |
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![]() ©iStockphoto.com/Niko Guido É da natureza humana ser ciumento, pois não queremos perder para outra pessoa algo que nos “pertence” |
A deusa grega Hera (em inglês), esposa de Zeus, talvez não tenha tido ciúme sem motivo, mas ela certamente expressou seu descontentamento de uma forma não muito agradável, preferindo perseguir as amantes e os filhos de seu marido a lidar com sua infidelidade diretamente.
Se o ciúme influencia o ser humano de forma negativa, então, por que continuamos a nos comportar assim? Psicólogos culturais tendem a acreditar que é da natureza humana ser ciumento, simplesmente porque nossos trabalhos, relacionamentos e bens materiais têm um significado muito grande para nós e não queremos perdê-los.
Uma idéia errada que as pessoas fazem do ciúme é que ele é a mesma coisa que inveja. Na verdade, ter inveja é querer algo de outra pessoa, como um carro ou uma casa. O ciúme, no entanto, é descrito mais apropriadamente como o medo de perder alguma coisa (o companheiro, uma promoção, um amigo etc.) para outra pessoa. "O ciúme é uma emoção antecipada. Procura evitar a perda", afirma Ralph Hupka, professor emérito de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, em Long Beach. "O ciúme nos faz tomar medidas preventivas. Se elas falharem e o parceiro tiver um caso amoroso, a nova situação provocará raiva, depressão, desilusão, e assim por diante".
Nesse artigo, vamos nos aprofundar na essência do ciúme, quando ele começa e como pode rapidamente sair do controle. Você também conhecerá os diferentes tipos de ciúme e como ele pode ser controlado, segundo especialistas. Começaremos falando das pessoas mais propensas a serem ciumentas. Quem são? Você saberá na próxima página.