Relatos

Relatos de supostos ataques e incidentes com o chupa-cabra sempre envolvem gado morto com marcas intrigantes no pescoço.

Originalmente, os donos das vítimas pensavam que o chupa-cabra fosse metade homem e metade vampiro. As vítimas, em geral cabras e galinhas, tem seu sangue totalmente sugado, mas seu corpo é mantido intacto. Normalmente não há indício de luta. Simplesmente são duas ou três marcas de perfuração ( grandes o bastante para acomodar um dedo humano) no pescoço do animal. A discrepância sobre o tamanho das marcas de perfuração pode ser atribuída a:

  • relatos que indicam que há dois caninos grandes e protrusos;
  • relatos que indicam que ele possui três garras grandes nas mãos e nos pés.

    Histórias sobre os ataques do chupa-cabra noticiadas nos jornais vem desde a década de 50. De fato, o primeiro caso relatado nos Estados Unidos foi no Arizona, por volta de 1956. Embora também tenham sido relatados incidentes no Arizona, Oregon, Michigan, Illinois, Nova Jersey, Novo México, Flórida e em partes do Chile, Brasil e México, a maioria aconteceu em Porto Rico. Uma onda de ataques assolou diversas regiões de Porto Rico em 1995. Somente em Canovanas, centenas de mortes de animais de fazenda foram atribuídas ao chupa-cabra.

    Chupa-cabra
  • Nome: Chupa-cabra
  • alcunha: o vampiro de Moca
  • parente mais próximo "conhecido": demônio de Jersey
  • Altura: entre 1,35 m e 1,70 m
  • Peso: desconhecido
  • Olhos: muito grandes, em geral, e vermelhos
  • Porte físico: símio-canguru-réptil
  • Preferências: cabras, galinhas, vacas, cavalos, cachorros, gatos, patos, viagens
  • Aversões: luzes fortes e brilhantes
  • Locais prediletos: Guanica e Canovanas, Porto Rico; Klamath Falls, Oregon; Miami, Flórida; Calama, Chile; Juarez, México; Sonora, México