O exemplar de Mitchell-Hedges é indiscutivelmente a caveira de cristal mais famosa, mas várias outras já foram descobertas. A maioria não tem a mesma história, mas todas elas são únicas.
A caveira de cristal do Museu Britânico existe há pelo menos o mesmo tempo que a de Mitchell-Hedges, e em 1936, foi comparada com ela por G. M. Morant. Ela também possui tamanho real, mas não é tão detalhada. Tem os buracos dos olhos mais arredondados e o maxilar não é solto, além de ser feita de quartzo nublado. Morant acreditava que as caveiras não eram feitas independentemente umas das outras, mas não tinha provas disso.
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Caveira de cristal vista de lado |
A caveira de Paris, que já foi considerada asteca, é mantida pelo Museu do Homem (Musée de l'Homme). Ela é mais rústica do que a caveira do Museu Britânico e possui uma fenda no topo, supostamente para abrigar uma cruz. Tem a metade do tamanho das outras duas, pesa quase 3 kg e mede cerca de 12 cm de altura e 15 cm de comprimento [fonte: Henderson]. Alphonse Pinart a comprou de Eugene Boban em 1878 e a doou ao museu, que também tem uma caveira de cristal muito pequena com cerca de 4 cm de comprimento.
Em 1992, o Museu Nacional de História Americana da Instituição Smithsonian recebeu uma caveira de cristal pelo correio. Ela é maior do que uma real, pesa pouco mais de 15 kg e mede 23 cm de altura por 20 cm de comprimento. [fonte: Henderson]. O bilhete anônimo, que veio com a caveira, dizia que ela era uma "caveira de cristal asteca" e que havia sido "comprada na Cidade do México em 1960" [fonte: Henderson]. Ela é oca, feita de cristal branco leitoso e é rusticamente esculpida, em comparação com algumas das outras caveiras.
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Na próxima seção, examinaremos os poderes sobrenaturais atribuídos às caveiras de cristal e também o que os cientistas e pesquisadores afirmam sobre elas.