Um dia na vida de um cão policial

Cães policiais vivem com seus parceiros. Uma unidade K-9 é uma equipe que fica unida 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Em uma manhã comum, Breston e o oficial Smith acordam cedo e ajudam outras unidades K-9 a fazerem buscas de drogas em escolas. As unidades K-9 também conduzem buscas de drogas em empresas, a pedido dos proprietários.


Breston e o oficial Smith voltam para o utilitário
da Unidade K-9 para responder a um chamado

Como a maioria do trabalho policial, cada turno de oito horas engloba muita espera, seguida de curtos períodos de ação quando um chamado surge no rádio. Quando um chamado parece, a unidade K-9 entra em uma viatura policial com espaço próprio para o cão na parte de trás. No caso de Breston, ele anda em um utilitário, com um compartimento separado para ele e um para os suspeitos presos.

A maioria dos cães policiais é bem treinada para que possa rastrear pessoas viciadas em drogas. Eles aprendem a sentir o cheiro no chão, pela trilha de cheiro que a pessoa deixa, e no ar, por um rastro de cheiro que fica no ar quando uma pessoa está próxima. Cheirar o ar é importante, porque assim o cão pode sentir se um suspeito voltou e armou uma emboscada para o policial.

Depois do fim do turno de oito horas, é hora de voltar para casa para uma boa noite de sono. Como pode ver, é uma agenda apertada. A cada semana ou duas, a unidade K-9 passará oito horas em treinamento, ajudando a manter os cães em forma.

Eles são a atração

Na Expoagro de 2006 - Feira Agropecuária do Amazonas, os cães foram a atração: labradores, pastores alemão e belga, rottweillers e pit-bull demonstraram habilidades que empregam em missões policiais.
O cão “Thor”, da raça labrador, se destacou arrancando aplausos de um público de 2 mil pessoas por suas habilidades de farejador. Esse cão foi eleito o segundo melhor da categoria em todo o país.


Numa situação bem adversa, Anny e Dara, também foram atração nas buscas aos soterrados do desabamento das obras da Linha Amarela do Metrô, na Zona Oeste de São Paulo. As cadelas farejadoras da polícia de São Paulo indicaram aos bombeiros pontos de busca na cratera, o que auxiliou muito o trabalho do corpo de bombeiros.