![]() Breston descobriu um embarque de maconha em sacos de plástico lacrados, dentro de cestos lacrados com espuma selante, no interior de uma garagem fechada e cheia de objetos |
O brinquedo mais usado é uma toalha branca. Os cães policiais adoram brincar de cabo-de-guerra com sua toalha favorita. Para começar o treinamento, o treinador simplesmente brinca com o cão e a toalha, que foi cuidadosamente lavada para que nenhum cheiro fique nela. Depois, um saco de maconha é enrolado na toalha. Depois de brincar um pouco, o cão começa a reconhecer o cheiro da maconha como o cheiro de seu brinquedo. O treinador então esconde a toalha com a droga em vários locais. Quando o cão fareja as drogas, ele cava e arranha tentando pegar seu brinquedo e logo aprende que, se a encontrar, será recompensado.
À medida em que o treinamento avança, drogas diferentes são colocadas na toalha, até que o cão seja capaz de farejar inúmeras substâncias ilegais. O mesmo método é usado para os cães detectores de bombas: vários produtos químicos usados para fabricar explosivos são colocados na toalha no lugar das drogas.
Contudo, há algumas especialidades em que um alerta agressivo não é o mais adequado. Se um cão que estiver farejando uma bomba cavar e arranhar quando encontrá-la, o resultado pode ser desastroso. Nesses casos, um alerta passivo é o mais indicado. Um bom exemplo de cães de alerta passivo são os beagles usados pelo Departamento Americano de Agricultura para farejar produtos não permitidos no país. A Brigada Beagle, como são carinhosamente conhecidos, fareja as bagagens das pessoas enquanto elas esperam nas filas da alfândega, nos aeroportos e nas fronteiras. Como ninguém quer um cão cavando seus pertences, os beagles USDA foram treinados para simplesmente sentarem quando sentirem cheiro de frutas ou legumes. |