Neste artigo
5.
Iniciativa privada e no exterior
6.
7.
Iniciativa privada e no exterior
Além dos órgãos governamentais, a iniciativa privada também oferecer bolsas. No entanto, quase todas exigem que os projetos e as pesquisas estejam em sintonia com a sua área e atuação. Em geral, cada bolsa é negociada individualmente, levando em consideração o perfil acadêmico, econômico e financeiro do candidato. Como contrapartida, empresas e institutos privados colocam, em contrato, que o bolsista deve dar preferência de trabalho à empresa que o financiou.
Como conseguir uma bolsa fora do país
Quem quiser concorrer a uma bolsa no exterior, deve, além do projeto, ter fluência no idioma do país onde pretende estudar, apresentar toda a documentação necessária à inscrição e preencher corretamente os formulários. Um fator importante para a concessão de bolsas é a apresentação, por parte dos candidatos, de cartas de indicação, recomendação e de comprovação de vínculo com alguma empresa ou instituição de ensino superior.
No Brasil, levam vantagem os candidatos que apresentam nas entrevistas os nomes dos seus orientadores no exterior e que tenham participado de projetos de pesquisa, congressos e com publicações.
O candidato a uma bolsa no exterior também precisa ter todas as informações sobre os cursos. Para facilitar o trabalho, o ideal é consultar a Embaixada do Brasil no país onde pretende estudar e verificar se existe a equivalência entre os dois sistemas educacionais (o brasileiro e o do país onde vai morar por algum tempo). A equivalência é fundamental para garantir, no Brasil, o reconhecimento do curso.
É mais fácil conseguir bolsa das entidades que financiam estudos no exterior depois de ser admitido pela universidade. Ao encaminhar o formulário de inscrição à institução, o candidato deve anexar diploma, currículo escolar e universitário.
Vida de bolsista
A vida de um bolsista é semelhante a de qualquer estudante universitário – o dinheiro é restrito e há muito trabalho de pesquisa a fazer e livros para ler. Lançar-se em um curso como bolsista significa abdicar de salário e de alguns momentos de lazer. As exigências são ainda maiores se o curso é oferecido no exterior. Além de ter de superar a barreira do idioma, o estudante tem de se adaptar a uma nova cultura e estilo de vida.
Para quem gosta de diversidade cultural, a vida acadêmica em uma instituição estrangeira é uma experiência única e enriquecedora. São inúmeras as oportunidades de conhecimento de etnias e costumes diferentes. As grandes universidades não só oferecem uma série cursos, palestras e seminários, como mantêm uma intensa pauta de atividades de lazer, com a oferta semanal de filmes, peças de teatro, concertos e competições esportivas dentro do campus. Normalmente, elas dispõem de ginásio de esportes, academia de ginástica, piscinas, grandes bibliotecas com acervo variado de livros e filmes.
Algumas vezes acontece de o intercambista querer imigrar para o país onde estudou com bolsa. Se o país for os Estados Unidos, é bom ter em mente que, ao pedir o visto de intercâmbio, o estudante poderá ser submetido à regra 212 (e). Isso significa que, ao final do curso, ele estará obrigado a retornar a seu país e lá permanecer por dois anos antes de pedir visto de trabalho ou residência nos EUA. A regra 212 (e) não é imposta a todos. Geralmente ficam submetidos a ela os estudantes que obtêm bolsas de estudos com recursos públicos do país de origem ou de onde vai estudar.
Neste artigo
5.
Iniciativa privada e no exterior
6.
7.
Para citar corretamente este artigo do HowStuffWorks por favor copie e cole o texto abaixo:
Christianne Visvanathan. "HowStuffWorks - Como funcionam as bolsas de estudos". Publicado em 18 de setembro de 2008 (atualizado em 18 de setembro de 2008) http://pessoas.hsw.uol.com.br/bolsa-de-estudo4.htm (25 de novembro de 2009)