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| terrorismo |
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Graças a grupos radicais como a facção Exército Vermelho, da Alemanha (em inglês), a Organização de Libertação da Palestina (em inglês), o Exército Republicano Irlandês e terroristas americanos puros como os Weathermen e a Ku Klux Klan (em inglês), a palavra "terrorismo" se tornou familiar no mundo ocidental por volta de 1950. Independente de seus motivos políticos, religiosos ou financeiros, o que caracteriza os grupos terroristas é sua propensão a envolver civis na guerra não convencional. Ameaçando a segurança pública, os terroristas colocam as pessoas comuns no meio de um conflito - freqüentemente entre a organização e a instituição contra a qual lutam.

A história do terrorismo nos Estados Unidos (em inglês) culminou em 11 de setembro de 2001, quando adeptos da jihad muçulmana atiraram aviões de passageiros contra edifícios em Nova Iorque (em inglês) e Washington (em inglês) e em um campo da Pensilvânia (em inglês). Mas a familiaridade da América com o terrorismo começou séculos antes, imediatamente após as colônias ganharem independência da Inglaterra (em inglês) e se tornarem uma nação.
Esses terroristas operaram ao longo da costa norte africana - a costa berbere (em inglês). Essa região foi assim denominada por causa de dois irmãos turcos que provocaram destruição aos cristãos europeus e ajudaram a estabelecer a dominação turca no norte da África [fonte: Global Security]. Os espanhóis apelidaram os irmãos piratas de "Barbarossa" ("Barba vermelha"). Os piratas prestaram auxílio aos mouros (em inglês) muçulmanos que foram expulsos da Espanha pelos cristãos em 1492.
Quase imediatamente, o Mar Mediterrâneo (em inglês), que fica entre o norte da África e o sul da Europa (em inglês), presenciou um enorme aumento da pirataria, que cresceu em âmbito e magnitude através dos séculos. E como os Estados Unidos entraram na cena mundial, consideraram que tinha que lidar com a ameaça terrorista da pirataria berbere. Como a Europa, a América ficou sobrecarregada com a exigência de vastas somas de dinheiro pelos soberanos dos estados berberes de Argélia (em inglês), Marrocos (em inglês), Trípoli (em inglês) e Túnis (em inglês). E como as nações européias que vinham lidando com os piratas berberes há séculos, a América também tentou combater o problema com diplomacia e ação militar.
Na próxima página, leia sobre a ameaça terrorista que viajantes, habitantes e mercadores enfrentaram quando viviam e cruzavam o Mediterrâneo.