![]() Foto cedida por NARA Durante a Guerra do Vietnã, muitos jovens pacifistas obtiveram o status de objetores de consciência para ficarem fora da guerra - eles e outros ativistas organizaram protestos contra as ações dos Estados Unidos |
Um homem só pode ser reclassificado como um objetor de consciência se demostrar que sua oposição à guerra é baseada em crenças morais, éticas ou religiosas e não em crenças políticas. O homem tem que se opor a todas as guerras e não a uma guerra específica.
Há várias formas de um homem convencer a comissão quanto a suas crenças. Em primeiro lugar, ele terá de explicar suas convicções e como esses sentimentos afetam sua vida, numa declaração detalhada por escrito. Quando ele se apresentar para a comissão, terá de responder quaisquer perguntas que lhe forem feitas. Normalmente ele pedirá a seus amigos e conhecidos que registrem suas impressões sobre ele tanto pessoalmente quanto por escrito. Poderá, também, apresentar evidências históricas de suas crenças, como associação em uma organização antiguerra ou igreja dedicada à paz, demonstrando, assim, que ele sempre teve essas crenças, mesmo antes de receber o aviso de convocação.
Se os membros da comissão se convencerem de que o homem foi sincero, eles o reclassificam e a SSS ou o exército o convocam para uma tarefa apropriada. Se a decisão for de não reclassificá-lo, ele será notificado do porquê dessa decisão ter sido tomada. Nesse ponto, ainda cabe apelar sobre a decisão, baseando-se nas orientações da comissão.
Tanto os objetores de consciência quanto as tropas dispensadas precisam passar por um período chamado de tour de tarefa no serviço ativo. Normalmente, o tour de tarefa numa emergência nacional seria de dois anos, mas o presidente e o Congresso podem mudar isso.
O restabelecimento do alistamento sempre é uma possibilidade em tempos de crise militar. Para saber mais sobre o alistamento, incluindo a história do recenseamento, consulte os links da próxima página.