6. O tesouro de Montezuma

A destruição espanhola do império asteca no México aconteceu em 1 de julho de 1520. Depois de ferir mortalmente o imperador Montezuma, Hernando Cortés e seus homens foram cercados por furiosos guerreiros astecas na capital da cidade de Tenochtitlán.

Após dias de luta feroz, Cortés ordenou a seus homens que empacotassem o vasto tesouro de Montezuma como preparo para a luta daquela noite, mas eles não foram muito longe antes que o astecas caíssem sobre eles. A carnificina decorrente encheu o lago Tezcuco com corpos espanhóis e os tesouros roubados de Montezuma.

O exército aterrorizado tinha jogado fora o butim na vã tentativa de escapar com vida da fúria asteca. O tesouro consistia de incontáveis ornamentos de ouro e prata, junto com uma enorme conjunto de joias.

Cortés e um punhado de seus homens conseguiram fugir e retornaram um ano depois para exigir vingança. Quando os habitantes de Tenochtitlán se deram conta da aproximação dos invasores, eles enterraram o que havia restado do tesouro da cidade e no lago Tezcuco e em torno dele para evitar que ele caísse nas presas dos gananciosos espanhóis.

Hoje, o vasto tesouro sem dono permanece escondido debaixo de quase cinco séculos de barro e lama nos arredores da Cidade do México, a encarnação de Tenochtitlán dos dias de hoje. Gerações de caçadores de tesouros saíram à procura das preciosidades sem sucesso. Um ex-presidente do México até dragou o leito do lado, mas nenhum tesouro foi encontrado.

Contribuíram neste artigo:

Helen Davies, Marjorie Dorfman, Mary Fons, Deborah Hawkins, Martin Hintz, Linnea Lundgren, David Priess, Julia Clark Robinson, Paul Seaburn, Heidi Stevens, e Steve Theunissen